sábado, 28 de agosto de 2010
Na ausência de Deus
Sábado sempre foi assim: Julie London e incertezas cibernéticas para esquecer e lembrar da ausência dele. De uma página para outra o nome dele sempre surge. Com quem está? Com quem será? Simples perguntas idiotas que não faziam parte da minha realidade. Perguntas idiotas...
Fico sozinho brigando comigo mesmo, evitando mensagens e correr atrás. Não posso forçar a entrada de algo que não me quer muito por perto.
Para me consolar e lembrar mais dos momentos felizes eu começo a pesquisar os preços dos próximos presentes: The Cure? O livro de terror clássico? Fico com os dois. E nesse momento vozes sussurram de levinho dizendo que não sou de fazer isso, que nunca fiz isso, que presente é coisa de idiotas. Sou idiota. Dou presentes...a ele.
Sábado é sempre sozinho sem ele, sem mãe, sem ele, sem filme, sem ele, sem Deus. Deus sempre tira folga no sexto dia. Ao menos dizem por aí: Antes só, que mal acompanhado.
Fico sozinho brigando comigo mesmo, evitando mensagens e correr atrás. Não posso forçar a entrada de algo que não me quer muito por perto.
Para me consolar e lembrar mais dos momentos felizes eu começo a pesquisar os preços dos próximos presentes: The Cure? O livro de terror clássico? Fico com os dois. E nesse momento vozes sussurram de levinho dizendo que não sou de fazer isso, que nunca fiz isso, que presente é coisa de idiotas. Sou idiota. Dou presentes...a ele.
Sábado é sempre sozinho sem ele, sem mãe, sem ele, sem filme, sem ele, sem Deus. Deus sempre tira folga no sexto dia. Ao menos dizem por aí: Antes só, que mal acompanhado.
sábado, 14 de agosto de 2010
E nós ficamos por alí dançando. Explorando os cantos secretos da mata abertamente fechada para nós. Só queríamos fugir daqueles olhares que nos arrastavam para longe. Queríamos nos prender dentro de nós mesmos.
Ao redor, tudo dormiu e foi aí, que eu percebi, que o mato nos admirava. Eu não consegui sorrir de boca, mas sorri de dentro para o carinho das árvores. Afinal, são poucos que param o que fazem para aclamar um falso amor fingido. Principalmente esse, que ele insiste em me dar todos os dias.
Ao redor, tudo dormiu e foi aí, que eu percebi, que o mato nos admirava. Eu não consegui sorrir de boca, mas sorri de dentro para o carinho das árvores. Afinal, são poucos que param o que fazem para aclamar um falso amor fingido. Principalmente esse, que ele insiste em me dar todos os dias.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Saudar a saudade.
A pior saudade é aquela dos tempos em que não vivemos. Sentir aquela coisinha revirar dentro da gente com imagens que não são nossas, com emoções que não vivemos. Uma realidade fingida que é mais dolorida por não ser feita do real convencional.
Queria ser de muitas vidas e de muitos passados. As vezes, sempre as vezes, o real que eu vivo não consegue suprir as saudades que eu carrego no peito.
Queria ser um Croquette. Já pensei em ser amigo de Chanel. Quis, um dia, nascer ao lado de Van Gogh. Não para saber como era a época e nem para conhecer as personalidades de lá. Mas só para saber o que os meus sentires de hoje sentiriam naquele momento. Se o meu viver suportaria guardar todas as lembranças que o mundo guarda. Se eu conseguiria me desafiar e me desprender um pouco de mim. Para ver se sendo menos eu, ainda existiria vida.
Queria ser de muitas vidas e de muitos passados. As vezes, sempre as vezes, o real que eu vivo não consegue suprir as saudades que eu carrego no peito.
Queria ser um Croquette. Já pensei em ser amigo de Chanel. Quis, um dia, nascer ao lado de Van Gogh. Não para saber como era a época e nem para conhecer as personalidades de lá. Mas só para saber o que os meus sentires de hoje sentiriam naquele momento. Se o meu viver suportaria guardar todas as lembranças que o mundo guarda. Se eu conseguiria me desafiar e me desprender um pouco de mim. Para ver se sendo menos eu, ainda existiria vida.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Acho ruim voltar a escrever em um espaço que permaneceu vazio mais tempo do que ele estava acostumado.
Será que você me aceita de volta?
Sonhou comigo também? Sonhou com meus dedos retratando mais coisinhas? Espero que sim, outros já sonharam...
É que já era tarde demais para arrumar as cadeiras. Ele estava cansado...
Será que você me aceita de volta?
Sonhou comigo também? Sonhou com meus dedos retratando mais coisinhas? Espero que sim, outros já sonharam...
É que já era tarde demais para arrumar as cadeiras. Ele estava cansado...
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